quarta-feira, 26 de junho de 2013

Aves do céu 2

Mais uma lição que aprendo observando os bem-te-vis: eles são monogâmicos, ou seja, tem um só parceiro.
Isto fica bem claro quando olho pela janela (fiz isso hoje) e reparo que onde se vê um, logo se avista o outro.
Sempre cantando e vivendo suas vidas.
Lindo isso.

Numa sociedade que quer impor uma condição de “liberdade”, onde casamentos terminam quase antes de começarem, a fidelidade e o compromisso sério entre os casais é banalizado e até esquecido, como sendo algo ultrapassado, o exemplo destes simples passarinhos me comove.
Eu tenho como certo de que casamento é para a vida toda. Digam o que quiserem em contrario.
casaldebem-te-vi©octaviocampossalles
©Octavio Campos Salles
Afirmo ainda que o amor NÃO acaba.
O que pode acabar é o modo como um se comporta em relação ao outro, a forma de tratar o cônjuge. Mas o amor, o verdadeiro, não o que aparece na telinha, esse não acaba.
Parece-me estranho que num belo dia aquela pessoa com a qual você passa a melhor parte da sua vida, sonha e realiza seus sonhos, luta batalha, conquista e enfrenta tudo sem medo e constituí uma família, deixa de ser importante. Acabou o amor?
Desculpe, mas não consigo conceber isto. Existem exceções, óbvio, não estou aqui como dono da verdade. O que me deixa intrigado é a banalização do amor, a deturpação de algo divinamente inspirado e tão perfeitamente belo, sendo transformado em algo que existe para vender mais, para ser explorado e exposto como sendo sem importância.
Mas os simples passarinhos sabem como conviver, e muito bem por sinal, com um “casamento” feliz e único.
Que o Deus de amor, criador de todas as coisas, inclusive família e casamento, nos abençoe.



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