sexta-feira, 19 de julho de 2013

aTeísmo

Caso eu lhe apresente uma garrafa d'água, como esta:

garrafadagua


Ela está notadamente cheia de um líquido, mas você pode pensar: SERÁ água mesmo? Poderá até dizer: esta garrafa está cheia de um líquido que PODE ser água. Negar: o que está contido nesta garrafa NÃO É água. Ou simplesmente dizer: a garrafa ESTÁ cheia de água.
Como não estou tratando de água e muito menos de garrafas aqui, quero somente me valer deste exemplo para tirar uma conclusão óbvia de porque o aTeísmo já traz seu fim, em si mesmo.
Podemos contemplar qualquer fenômeno, coisa ou objeto e aceitá-lo, questioná-lo ou até mesmo negá-lo, mas e se este fenômeno, coisa ou objeto, NÃO EXISTIR? É preciso negar o que não existe? É possível questionar o que não é, foi, ou será?
Não entendo como se pode gastar tamanho esforço em teses, hipóteses sobre a não existência de Deus.
Se Deus simplesmente não existisse, seria preciso negá-lo? Seria necessário se esforçar para explicar para alguém que ELE não existe?
Concluindo:
Não se pode contestar a existência, daquilo que notadamente não existe.
O contrário, tentar negar o que não existe, é totalmente inútil, perda de tempo, irracional e ilógico. E se é com lógica que se tenta negar a existência de Deus (que o aTeísmo diz não existir), logo o aTeísmo anula-se a si mesmo. 
Para colaborar, vídeo com a opinião de Raquel Sherazade:

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