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quinta-feira, 17 de julho de 2014

A Caçada do EMU

Leia o texto abaixo, ao final está a referência.
A caçada do Emu
Escrito por Luiz Marins
Muitas pessoas têm curiosidade de saber o episódio da caçada do EMU que fiz com os aborígenes australianos da ilha de Bathurst em 1972, quando estudava antropologia na Austrália.
Este episódio, como sempre disse, ensinou-me o valor do foco. Desde então tenho visto que pessoas e empresas que têm foco, têm sucesso. Aqui vai a narração do episódio:
"Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam "caçar de fato" o animal. Após a "caçada" (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas ou nas árvores) e vão dormir. No dia seguinte, se levantam e vão "apanhar o animal", com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente "caçado" durante a dança na noite anterior.
Um certo dia os aborígines me convidaram para a dança do Emu (Emu é uma avestruz, uma ema que existe naquela parte do mundo) pois iríamos caçar no dia seguinte. Fizemos a dança como descrevi acima.
No dia seguinte deram-me a incumbência de achar as pegadas de emu. Ensinaram-me como eram as pegadas. Ao achar alguma pegada de emu, eu deveria chamar os caçadores. Os aborígines são exímios examinadores de pegadas. Pela análise eles sabem exatamente onde está o animal para apanhá-lo.
Eu ia à frente do grupo. De repente encontrei umas pegadas. Eram na verdade de canguru. Chamei a todos. Eles vieram, viram que as pegadas não eram de emu e sim de canguru e disseram: Essas pegadas são de canguru. Eu disse: mas canguru não é mais gostoso que emu? Eles responderam: Sim, é. Mas nós hoje estamos caçando EMU e não canguru. E se espalhavam novamente.
Mais um pouco e encontrava outras pegadas. Sabia que não eram de emu, mas mesmo assim chamei os caçadores. Eles disseram: Essas pegadas são de wallabies (um pequeno canguru). Eu disse: mas wallabies não são mais gostosos que emu e até mais gostosos que canguru? Sim, responderam eles, mas hoje estamos caçando emu e não wallabies ou cangurus. Outro dia voltaremos para caçar outro animal. Hoje estamos caçando emu!
Na quarta vez que parei a caçada e as pegadas não eram de emu, eles me disseram:
- Nós estamos caçando EMU. Fizemos a dança do EMU, trouxemos os bumerangues de EMU, as lanças de EMU. Se você parar a caçada cada vez que encontrar qualquer pegada, nós não vamos caçar nem emu, nem canguru, nem wallabies. Outro dia nós voltaremos para caçar cangurus ou wallabies. Hoje estamos caçando EMU.
Foi então que eu aprendi a razão de todo primitivo ir caçar e voltar com a caça rapidamente. Eles sabem exatamente o que estão caçando e não se desviam do foco".
Conclusão: na empresa e no nosso dia a dia é a mesma coisa: um objetivo e metas claros e definidos, e muito foco nesses objetivos e metas; se tivermos os instrumentos certos para atingí-los (ou armas adequadas); pessoas certas com as habilidades necessárias, treinadas; dedicação e entusiasmo; com certeza, atingiremos nossos objetivos, por mais audaciosos que pareçam ser.
Assim, o foco, é, sem dúvida, um dos principais fatores de sucesso de pessoas e empresas.
TENHA FOCO!
Pense. Sucesso!
Lendo isto, percebo o quanto perdemos tempo.
Muitas vezes discutimos assuntos nada relevantes, e perdemos o nosso foco que é ir morar no céu.
Nossa caminhada deve terminar na Glória, para ser completa, mas insistimos em nos apegar com tudo que nos afasta do foco.
Deus nos abençoe que possamos seguir O Caminho até o fim esperado.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Fazer o que Ninguém Faz

Conta-se a história de um campeonato um pouco diferente; todos os anos, à época da colheita de cerejas o proprietário de uma grande plantação destas frutas, abria os portões de sua fazenda, para que os interessados colhessem o quanto pudessem. O vencedor, não pagaria nada pelas cerejas. As regras eram simples cada participante recebia um balde, e ganharia aquele que conseguisse, dentro do tempo estipulado, coletar o maior peso em cerejas, sem quebrar galhos, sacudir a árvore nem dar pedradas nela. Só poderiam usar as mãos.
O negócio era interessante para os dois lados, pois quem fosse o campeão, levaria as deliciosas frutas para casa sem pagar nada, e os demais, caso não quisessem pagar por elas, teriam feito grande parte do trabalho da colheita para o dono da fazenda.
Só que invariavelmente, todos os anos o vencedor era o mesmo: um velho senhor, morador das redondezas.
Certa feita, um jovem resolver desafiá-lo. Garantiu para todos os participantes que a história mudaria naquele ano.
O senhor desejou-lhe sorte, e quando se abriram os portões, o jovem disparou. Corria muito, ia de árvore em árvore, pedia mais baldes, praticamente “rapava” cada árvore e ia se orgulhando e nem viu o velho senhor mais, durante todo o tempo.
Peito estufado chega ao fim da competição e ambos se reencontram na pesagem.
Qual não foi a as surpresa em ver que o velho competidor havia colhido quase o dobro ?
Intrigado com o resultado foi o jovem perguntar qual o segredo do experiente competidor. A resposta?
Fazer o que ninguém faz.
Segui explicando o velho: - Enquanto vocês vão de árvore em árvore, pegando as pequenas cerejas que conseguem alcançar com as mãos, por baixo, eu subo na primeira cerejeira e lá de cima consigo colher as melhores frutas, que durante o ano inteiro não são alcançadas. Lá na copa, estão as maiores, mais saborosas e a maior quantidade dessas cerejas deliciosas. Em três ou quatro árvores, eu colho o mesmo que alguém que vai andando em 20 ou 30 pés.
Fazer o que ninguém faz, esse é um segredo para melhorar tudo na vida, quer seja espiritual, material, profissional, conjugal ou intelectual.
Ir além, fazer o que Jesus fez ao orar em meio à aflição da iminente morte.
Buscar a Deus um pouquinho mais, enquanto se poderia estar dormindo.
Investir na leitura da Bíblia, mesmo que isto custe acordar mais cedo, ou dormir mais tarde.
Ler, estudar, dedicar tempo, esforço e vontade em todas as áreas de nossas vidas, isso traz mudanças efetivas em nossas vidas.
Deus abençoe.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Perigo!

Conta-se uma história de que um casal de idosos, que moravam sozinhos num pequeno sítio no interior, pois seus filhos já grandes foram para a cidade, estavam tendo problemas com roedores indesejados, ratos.
Pois bem o senhor então depois de muitas tentativas de eliminar os intrusos, resolveu comprar o que seria o fim de seus problemas, o último recurso: uma ratoeira.
- De hoje não passa, vou pegar o desgraçado, fala o animado senhor.
Ao ouvir isso, o ratinho sai desesperadamente gritando: - Perigo, perigo, há uma ratoeira na casa.
Ao chegar perto da galinha ele fala, cansado da gritaria e da correria:
- Perigo, perigo, há uma ratoeira na casa dona Galinha, se cuide.
perigo

- Isso é problema seu Rato. Eu não entro na casa, além do mais, não sou igual a você que vive mexendo nas coisas dos outros. Eu sou de extrema importância, pois ponho ovos diariamente. Não corro perigo algum.
O ratinho então sai, apavorado e continua gritando até que encontra o Porco e já vai falando:
- Seu Porco, muito cuidado, há um perigo muito grande, colocaram uma ratoeira na casa.
O Porco, rindo, lhe diz: - Eu não tenho nada com isso! Eu sou tão bem visto pelos donos, que me alimentam muito bem. Sou indispensável, e não corro risco nenhum.
 O ratinho segue seu caminho pensativo e já bem triste. Pensa estar só e que os outros animais não entendem o risco que correm, dado tamanho perigo na casa.
E sem ver, bate com a cabeça no pé do Boi. Quando percebe diz: - Boi, me escute, há um perigo enorme na casa, colocaram uma ratoeira, veja só, se cuide!
O Boi lhe responde, quase rindo: - Olhe o meu tamanho, eu não caio em ratoeira nenhuma. Cuide-se você, isso é perigoso somente para ti.
Então o Rato vai dormir desanimado no celeiro.
Como de costume, o casal janta a sós, e ao final o velho senhor então, sai contente para armar a ratoeira, enquanto a esposa já está com tudo pronto para deitar-se.
Armou na cozinha, local onde encontravam o maior número de vestígios da presença dos indesejáveis roedores.
Luz apagada a noite avança, de repente ele ouve um forte barulho.
- Pronto, acabei com o miserável, pensa o velho homem. Sai de mansinho da cama, para não acordar a esposa, e vai no escuro mesmo para ver o rato capturado.
Ao entrar na cozinha, sente uma dor horrível em seu calcanhar, dá um grito que acorda a velha senhora. Quando acendem as luzes, percebem que a ratoeira prendeu pelo rabo uma serpente muito venenosa.
Começa a tratar do velho homem, o médico da pequena cidade faz tudo o que é possível.
No dia seguinte, à medida que ele não melhorava, chegam os filhos para visita-lo. Então a senhora prepara um belo risoto, com a carne da Galinha.
Passam-se dois dias, e o estado de saúde do idoso senhor piora, então chegam os irmãos que moravam distante. O prato principal do almoço é bistecas e pernil do Porco.
Mais alguns dias, e o velho senhor vêm a falecer. Uma multidão de parentes e amigos vem para as últimas homenagens. Para alimentar tanta gente, preparam carne assada, e o Boi então é abatido.
Esta história, aparentemente sem sentido, possui algumas lições para nós:
1 Não deixe de ouvir quando as pessoas estão preocupadas com alguma coisa, afinal o problema delas, pode vir a se tornar um problema para você;
2 Nunca subestime os outros, afinal, ninguém é melhor do que ninguém;
3 Existem situações em que não somos insubstituíveis, então não se vanglorie pelas suas conquistas e realizações;
4 Evite se achar muito grande, ou especial, pois divergências e provações chegam à vida de qualquer um;
5 Entenda que muitas vezes, Deus lhe dá a oportunidade de mudar, de ser convencido de algum erro. Não despreze estes avisos.
Contribua, comente, debata, discuta, critique, aponte mais ensinamentos que podem ser tirados desta simples fábula, use os comentários.
Deus abençoe.

Deus Verá!

Limpando a parede do banheiro, passei um bom tempo esfregando com uma escova dura, entre os azulejos, e destas pequenas frestas, sempre saía sujeira.
Enquanto lutava para remover o máximo que podia, me veio em mente que este era um trabalho não muito valorizado, afinal, poucos notariam a diferença caso eu não limpasse, pois a sujeira estava por assim dizer escondida. Mas estava lá.
Recordei-me, então, de uma frase de Michelangelo, o escultor que ficou famoso
capelasistinapela pintura da abóboda da Capela Sistina; enquanto ele estava pintando um canto escuro do teto com extraordinário afinco e esmero, alguém lhe perguntou: “Por que você se esforça tanto a pintar um canto escuro do teto, que possivelmente ninguém olhará”, Michelangelo simplesmente respondeu: “Deus verá”.
Pois bem, Deus verá.
Este foi o sentimento que eu tive em retirar toda a sujeira que eu pude ao esfregar os cantos que ninguém veria.
Só que há um sentido ainda maior nisso tudo.
Não há maneira de escondermos nossas “sujeiras”. Mesmo que consigamos esconder de todos a nossa volta, Deus estará vendo. Não como um carrasco apontando nossos erros, não é isso que Ele faz, mas como um pai amoroso que vê seus filhos tomarem rumos errados em suas vidas, e com olhar triste, observa a vã tentativa de esconder os erros de quem tudo sabe.
O próprio Senhor Jesus afirmou que “nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido.
Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido; e o que falastes ao ouvido no gabinete, sobre os telhados será apregoado”.
Não vale a pena ficar querendo guardar nossos pecados trancados a sete chaves em porões escuros de nossos corações, afinal, nem ali estarão escondidos. Esta atitude só faz com que venhamos a sofrer ainda mais, pois agindo desta maneira, carregamos um peso adicional, que muito bem poderia estar nas mãos de Jesus.
Ele mesmo se dispôs a nos ajudar quando disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
Entreguemos todas nossas ansiedades para Jesus.
Deus abençoe.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Terra que Mana Leite e Mel - Nova Jerusalém

Quando o povo de Israel foi tirado do Egito, com mão forte, pelo próprio Deus, e foram conduzidos por Moisés pelo deserto, durante longos quarenta anos, viram um número imenso de milagres. Todos os dias uma infinidade deles aconteciam: Travessia do mar Vermelho em seco, nuvem para proteger do calor, coluna de fogo para o frio, maná todas as manhãs, codornizes devido à falta de carne (uma reclamação constante e irritante), cura para picadas de serpentes mortais, além de roupas e sapatos que nunca se desgastaram.
Isso tudo na área material. Além disso, Deus prometeu algo que estava muito acima do vestir e comer: Deus lhes daria a Terra Prometida, onde seriam felizes, comeriam pão a fartar, teriam as chuvas em seu tempo e tudo oque plantassem colheriam e comeriam até mesmo do que não plantaram. A Terra que mana leite e mel.

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

O Mundo Jaz no maligno

Vi uma notícia hoje que não pude deixar despercebido: um homem pulou da janela do 13º andar de um prédio. Até aqui parece um caso de extrema depressão ou angustia, mas o fato é que ele pulou com o filho de 06 (seis) anos no colo, após uma discussão, briga, entre o casal.
Testemunhas relataram que ele pulou com os gritos do filho de “não papai, não papai”.
seaÉ redundante dizer que o mundo jaz no maligno. Falando assim, não faltarão os que me julguem ser um fanático religioso ou algo semelhante, mas o fato é que Satanás tem cirandado muitas vidas nos últimos dias. E certamente amanhã ou depois, ninguém mais se lembrará do caso, pois aparentemente nos acostumamos com os dias maus e a vida não tem mais tanto valor assim. Se não for comigo, não me importo, dizem os egoístas.
Deus console esta mãe.
Deus nos livre do homem mau.



terça-feira, 11 de fevereiro de 2014

Gosto Amargo

Mais uma vez me decepcionei com meu país.
Eu até cheguei a pensar que as manifestações que começaram ano passado pudessem resultar de alguma mudança de comportamento da sociedade de modo geral. Ledo engano. Pensei também que pudéssemos ter chegado a um nível de maturidade democrática tal, que tornasse possível através da demonstração do sentimento de indignação ante tantas mazelas, pedir ou até mesmo exigir que ao menos algumas mudanças fossem feitas...
gostoamargo
Fiquei só com o gosto amargo de uma esperança não realizada. Perdemos a razão de lutar por qualquer coisa. Não sabemos como lutar.
No meu entender, e se eu estiver errado, por favor, me corrija, quando queremos qualquer coisa numa democracia, ao se organizar algum protesto, este não deve ter como foco embate com a polícia. Nem quebra-quebra, rojões, sinalizadores ou outro tipo de armas.
Afinal, qual é o motivo da manifestação? Arruaça? Baderna? Saques? Ou pior ainda, assassinatos?
Agora sim conseguimos, por pura incompetência, acabar de vez com a pouca razão que tínhamos para ir às ruas nos manifestar, a morte está presente em nossas manifestações (?) e caso estas manifestações não forem suprimidas de nosso cotidiano, quantas mais mortes virão?
Triste saber que não sabemos exercer nossa democracia de forma civilizada...
Deus nos abençoe e nos guarde.
+Mateus Emilio Mazzochi  


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