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quinta-feira, 12 de março de 2015

O Pai Perdoa

Comumente os pais se vêm tentados a criticar seus filhos. Talvez o leitor espere que eu diga: "não o façam". Mas direi simplesmente: “Antes de criticá-los, leiam um dos clássicos do jornalismo norte-americano, “Father Forgets” (“O pai perdoa”)”.
O texto apareceu a primeira vez como editorial no People's Home Journal. Vamos reproduzi-lo aqui, tal como foi condensado pelo Reader's Digest.
"O pai perdoa" é um daqueles escritos que - criados num momento de autêntico sentimento -- toca a sensibilidade de alguns leitores e continua a repercutir dentro deles, a ponto de se tornar uma leitura favorita. Desde sua aparição, segundo o autor, W. Livingston Larned foi reproduzido em centenas de revistas, publicações empresariais e jornais de todo o país. Foi publicado em vários idiomas quase que na mesma proporção.
Autorizei sua divulgação a milhares de pessoas que desejavam lê-lo em escolas, igrejas e conferências. Esteve “no ar” em incontáveis oportunidades e programas. Curiosamente, também foi utilizado por periódicos universitários além de revistas colegiais. Por vezes, um pequeno artigo, misteriosamente, parece “ligar” as pessoas. E este, sem dúvida, o conseguiu.

O PAI PERDOA
W. Livingston, Larned
Escute filha: enquanto falo isso, você está deitada, dormindo, uma mãozinha enfiada debaixo do seu rosto, os longos cabelos castanhos molhados de suor grudados na fronte. Entrei sozinho e sorrateiramente no seu quarto. Há poucos minutos atrás, enquanto eu estava sentado lendo meu jornal na sala, fui assaltado por uma onda sufocante de remorso. E, sentindo-me culpado, vim para ficar ao lado de sua cama.
Andei pensando em algumas coisas, filha: tenho sido intransigente com você. Na hora em que se trocava para ir à escola, ralhei com você por não enxugar direito o rosto com a toalha. Chamei-lhe a atenção por não ter limpado os sapatos.
Gritei furioso com você por ter atirado alguns de seus pertences no chão. Durante o café da manhã, também impliquei com algumas coisas. Você derramou o café fora da xícara. Não mastigou a comida. Pôs o cotovelo sobre a mesa. Passou manteiga demais no pão. E quando começou a brincar e eu estava saindo para trabalhar, você se virou, abanou a mão e disse: "Tchau, papai!" e, franzindo o cenho, em resposta lhe disse: "Endireite esses ombros!”.
De tardezinha, tudo recomeçou. Voltei e quando cheguei perto de casa vi-a ajoelhada, brincando. Suas meias estavam rasgadas. Humilhei-a diante de seus amiguinhos fazendo-a entrar na minha frente. As meias são caras – se você as comprasse tomaria mais cuidado com elas! Imagine isso, filha, dito por um pai!
Mais tarde, quando eu lia na sala, lembra-se de como me procurou, timidamente, uma espécie de mágoa impressa nos seus olhos? Quando afastei meu olhar do jornal, irritado com a interrupção, você parou à porta: "O que é que você quer?", perguntei implacável.
Você não disse nada, mas saiu correndo num ímpeto na minha direção, passou seus braços em torno do meu pescoço e me beijou; seus braços foram se apertando com uma afeição pura que Deus fazia crescer em seu coração e que nenhuma indiferença conseguiria extirpar.
A seguir retirou-se correndo.
Bom, minha filha, não passou muito tempo e meus dedos se afrouxaram, o jornal escorregou por entre eles, e um medo terrível e nauseante tomou conta de mim. Que estava o hábito fazendo de mim? O hábito de ficar achando erros, de fazer reprimendas - era dessa maneira que eu a vinha recompensando por ser uma criança. Não que não a amasse; o fato é que eu esperava demais da juventude. Eu a avaliava pelos padrões da minha própria vida.
E havia tanto de bom, de belo e de verdadeiro no seu caráter. Seu coraçãozinho era tão grande quanto o sol que subia por detrás das colinas. E isto eu percebi pelo seu gesto espontâneo de correr e de dar-me um beijo de boa noite. Nada mais me importa nesta noite, filha. Entrei na penumbra do seu quarto e ajoelhei-me ao lado de sua cama, envergonhado!
É uma expiação inútil; sei que, se você estivesse acordada, não compreenderia essas coisas. Mas amanhã eu serei um papai de verdade! Serei seu amigo, sofrerei quando você sofrer, rirei quando você rir. Morderei minha língua quando palavras impacientes quiserem sair pela minha boca. Eu irei dizer e repetir, como se fosse um ritual: "Ela é apenas uma menininha – uma menininha!".
Receio que o tenha visto até aqui como uma mulher feita. Mas, olhando-a agora, filha, encolhida e amedrontada no seu ninho, certifico-me de que é um bebê. Ainda ontem esteve nos braços de sua mãe, a cabeça deitada no ombro dela. Exigi muito de você, exigi muito.
Em lugar de condenar os outros, procuremos compreendê-los. Procuremos descobrir por que fazem o que fazem. Essa atitude é muito mais benéfica e intrigante do que criticar; e gera simpatia, tolerância e bondade. "Conhecer tudo é perdoar tudo".
Como disse o Dr. Johnson: "O próprio Deus, Senhor, não se propõe julgar o homem até o final de seus dias".
Por que o faríamos, você e eu?

Retirado do livro, "Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas" de Dale Carnegie
e adaptado por Mateus Emilio Mazzochi, 12/03/2015.

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Fazer o que Ninguém Faz

Conta-se a história de um campeonato um pouco diferente; todos os anos, à época da colheita de cerejas o proprietário de uma grande plantação destas frutas, abria os portões de sua fazenda, para que os interessados colhessem o quanto pudessem. O vencedor, não pagaria nada pelas cerejas. As regras eram simples cada participante recebia um balde, e ganharia aquele que conseguisse, dentro do tempo estipulado, coletar o maior peso em cerejas, sem quebrar galhos, sacudir a árvore nem dar pedradas nela. Só poderiam usar as mãos.
O negócio era interessante para os dois lados, pois quem fosse o campeão, levaria as deliciosas frutas para casa sem pagar nada, e os demais, caso não quisessem pagar por elas, teriam feito grande parte do trabalho da colheita para o dono da fazenda.
Só que invariavelmente, todos os anos o vencedor era o mesmo: um velho senhor, morador das redondezas.
Certa feita, um jovem resolver desafiá-lo. Garantiu para todos os participantes que a história mudaria naquele ano.
O senhor desejou-lhe sorte, e quando se abriram os portões, o jovem disparou. Corria muito, ia de árvore em árvore, pedia mais baldes, praticamente “rapava” cada árvore e ia se orgulhando e nem viu o velho senhor mais, durante todo o tempo.
Peito estufado chega ao fim da competição e ambos se reencontram na pesagem.
Qual não foi a as surpresa em ver que o velho competidor havia colhido quase o dobro ?
Intrigado com o resultado foi o jovem perguntar qual o segredo do experiente competidor. A resposta?
Fazer o que ninguém faz.
Segui explicando o velho: - Enquanto vocês vão de árvore em árvore, pegando as pequenas cerejas que conseguem alcançar com as mãos, por baixo, eu subo na primeira cerejeira e lá de cima consigo colher as melhores frutas, que durante o ano inteiro não são alcançadas. Lá na copa, estão as maiores, mais saborosas e a maior quantidade dessas cerejas deliciosas. Em três ou quatro árvores, eu colho o mesmo que alguém que vai andando em 20 ou 30 pés.
Fazer o que ninguém faz, esse é um segredo para melhorar tudo na vida, quer seja espiritual, material, profissional, conjugal ou intelectual.
Ir além, fazer o que Jesus fez ao orar em meio à aflição da iminente morte.
Buscar a Deus um pouquinho mais, enquanto se poderia estar dormindo.
Investir na leitura da Bíblia, mesmo que isto custe acordar mais cedo, ou dormir mais tarde.
Ler, estudar, dedicar tempo, esforço e vontade em todas as áreas de nossas vidas, isso traz mudanças efetivas em nossas vidas.
Deus abençoe.

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

Deus Verá!

Limpando a parede do banheiro, passei um bom tempo esfregando com uma escova dura, entre os azulejos, e destas pequenas frestas, sempre saía sujeira.
Enquanto lutava para remover o máximo que podia, me veio em mente que este era um trabalho não muito valorizado, afinal, poucos notariam a diferença caso eu não limpasse, pois a sujeira estava por assim dizer escondida. Mas estava lá.
Recordei-me, então, de uma frase de Michelangelo, o escultor que ficou famoso
capelasistinapela pintura da abóboda da Capela Sistina; enquanto ele estava pintando um canto escuro do teto com extraordinário afinco e esmero, alguém lhe perguntou: “Por que você se esforça tanto a pintar um canto escuro do teto, que possivelmente ninguém olhará”, Michelangelo simplesmente respondeu: “Deus verá”.
Pois bem, Deus verá.
Este foi o sentimento que eu tive em retirar toda a sujeira que eu pude ao esfregar os cantos que ninguém veria.
Só que há um sentido ainda maior nisso tudo.
Não há maneira de escondermos nossas “sujeiras”. Mesmo que consigamos esconder de todos a nossa volta, Deus estará vendo. Não como um carrasco apontando nossos erros, não é isso que Ele faz, mas como um pai amoroso que vê seus filhos tomarem rumos errados em suas vidas, e com olhar triste, observa a vã tentativa de esconder os erros de quem tudo sabe.
O próprio Senhor Jesus afirmou que “nada há encoberto que não haja de ser descoberto; nem oculto, que não haja de ser sabido.
Porquanto tudo o que em trevas dissestes, à luz será ouvido; e o que falastes ao ouvido no gabinete, sobre os telhados será apregoado”.
Não vale a pena ficar querendo guardar nossos pecados trancados a sete chaves em porões escuros de nossos corações, afinal, nem ali estarão escondidos. Esta atitude só faz com que venhamos a sofrer ainda mais, pois agindo desta maneira, carregamos um peso adicional, que muito bem poderia estar nas mãos de Jesus.
Ele mesmo se dispôs a nos ajudar quando disse: “Vinde a mim, todos os que estais cansados e oprimidos, e eu vos aliviarei.
Tomai sobre vós o meu jugo, e aprendei de mim, que sou manso e humilde de coração; e encontrareis descanso para as vossas almas.
Porque o meu jugo é suave e o meu fardo é leve”.
Entreguemos todas nossas ansiedades para Jesus.
Deus abençoe.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Herdeiros Pela Graça

Nada mais atual do que um texto escrito há 3.500 anos:

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Está Faltando Amor

Estamos vivendo um período em que está faltando amor. Não esse amor de folhetim, sem valor, amor verdadeiro, aquele de 1 Coríntios 13, que não tem preço.
Amor que tudo suporta e que não suspeita mal.
Amor que se dá sem esperar nada em troca, amor desprendido de favores.
Escasso está o amor que nos coloca no lugar dos outros, procurando entender o que a pessoa passa antes de julgar suas atitudes.

quarta-feira, 21 de agosto de 2013

Centro da Vontade de Deus

Ultimamente tenho pensado muito sobre este assunto: estar no centro da vontade de Deus.
Para ilustrar minha ideia, lanço mão da seguinte imagem, muito usada em palestras sobre motivação:  

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Guto

Mais um daqueles golpes duríssimos a vida nos aplica: perdi meu primo Gustavo Mombach.
Crescemos juntos, pois ele nasceu um ano antes.
Durante toda nossa infância, tivemos uma grande amizade eu meu irmão Bruno o Guto e seu irmão Guigui (Guilherme).
Lembro-me de muitas coisas:

terça-feira, 23 de julho de 2013

Pai da Eternidade

Isaías 9.6
Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu, e o principado está sobre os seus ombros, e se chamará o seu nome: Maravilhoso, Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.
Isaías recebe esta palavra em torno de 700 anos antes de Cristo ter nascido.
O que eu ainda não havia percebido é a expressão Pai da Eternidade.

sexta-feira, 19 de julho de 2013

aTeísmo

Caso eu lhe apresente uma garrafa d'água, como esta:

garrafadagua

Pó da Terra

Passagem 1: “E criou o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou: macho e fêmea os criou.” Gênesis 1.27.
Passagem 2: “E formou o SENHOR Deus o homem do pó da terra e soprou em seus narizes o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente.” Gênesis 2.7.
Sempre que me deparava com estas passagens bíblicas eu me perguntava “mas qual o sentido, como explicar”. Hoje consegui uma interpretação que gostaria de compartilhar.

terça-feira, 16 de julho de 2013

Solução de Problemas

Lendo esta frase de Hugo Schlesinger, “As soluções dos problemas, muitas vezes, encontram-se dentro de nós”, comecei a pensar sobre como poderemos então “colocar” ou “inserir” em nós as soluções para a tão grande diversidade de problemas que enfrentamos diariamente.
E escolhi este tema, para marcar a postagem de número 100 deste simples blog.
Foi então que me lembrei de duas passagens importantíssimas para este processo de “encher” a mente e o coração com “soluções para problemas”.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Sal da Terra Luz do Mundo

Sendo evangélicos, temos sim parte muito importante em tudo o que está acontecendo no Brasil nos últimos dias.
Precisamos ter consciência de que se foi o tempo em que nós, enquanto igreja, devemos simplesmente aceitar, ou não, tudo o que envolve o povo brasileiro sem ao menos termos espaço para reivindicar, expor as ideias e defender aquilo em que acreditamos.
Afinal, não somos do mundo, mas vivemos no mundo. Enquanto estivermos por aqui, não convém sermos o sal insípido da terra.

quarta-feira, 26 de junho de 2013

Aula de Teologia Grátis

Uma aula de teologia, com professor particular, em 39 lições, gratuita. É assim que eu enxergo a carta aos Romanos, capítulo 8.
A carta aos Romanos é o maior tratado teológico já escrito.
Mas não é só isto: além de uma explicação teológica sobre a graça redentora de Deus, é uma carta cheia de conforto e confiança dirigida para cada um de nós.
O capítulo 8 é o centro da carta aos Romanos.
Os versículos 31-39 são o centro do capítulo 8: “nada nos separará do amor de Deus que está em Cristo Jesus, nosso Senhor!”.
O capítulo começa com a afirmação de que agora nenhuma condenação há, para os que estão em Cristo Jesus.
Mas nem sempre foi assim.

Aves do céu

Por várias vezes, olhando pela janela de casa de manhã, observava dois bem-te-vis voando de um lado para outro e deduzi ser um casal.
bem-te-vis
Um dia, porém, só vi um e me pus a pensar sobre o que poderia ter ocorrido ao outro, talvez um gato o tivesse caçado, ou alguém poderia tê-lo acertado com uma pedra, enfim, qualquer coisa poderia ter ocorrido.
Não fiz disso um drama. Mas me entristeci um pouco pensando em como era bonito ver os dois juntinhos buscando o alimento para o dia.
Pude então vivenciar o ensinamento de Jesus, que está em Mateus capítulo 6.25-34:

quarta-feira, 15 de maio de 2013

Como EU estou apresentando Jesus?

TEXTO Atos 16.22-23: Então Paulo levantou-se na reunião do Areópago e disse: “Atenienses! Vejo que em todos os aspectos vocês são muito religiosos, pois, andando pela cidade, observei cuidadosamente seus objetos de culto e encontrei até um altar com esta inscrição: AO DEUS DESCONHECIDO. Ora, o que vocês adoram, apesar de não conhecerem, eu lhes anuncio”.

Todos os dias somos convocados a defender nossa Fé dos mais diversos ataques diretos ou indiretos. Vivemos um período em que cresceu muito a apostasia. Nós mesmos, crentes “salvos” em Jesus Cristo, muitas vezes nos vemos em situações que julgamos complicadas e não encontramos meios para confirmarmos nossa Fé. Disto vem uma questão central: COMO estamos apresentando Jesus?

sexta-feira, 12 de abril de 2013

O Caminho - Resposta


Esta postagem é a resposta ao comentário que meu amigo Cícero Barros fez em O Caminho, melhor ler antes a postagem e o comentário, neste link: O Caminho.

segunda-feira, 8 de abril de 2013

Deus ama o pecador mas não ama o pecado

Uma ilustração bem simples para exemplificar e clarear o entendimento sobre a frase: “Deus ama o pecador, mas não ama o pecado”.
Que já pode presenciar, viver ou simplesmente contemplar uma situação de extrema necessidade, com pessoas morando em lugares sem as mínimas condições de higiene, saneamento e estrutura sabe definir POBREZA.

quarta-feira, 27 de março de 2013

Desenvolvendo a Salvação

Texto Filipenses 2.12-13: “Sendo assim, meus amados, como sempre obedecestes, não somente na minha presença, porém muito mais agora na minha ausência, colocai em prática a vossa salvação com reverência e temor a Deus, pois é Deus quem produz em vós tanto o querer como o realizar, de acordo com sua boa vontade”.
Um modelo, padrão ou exemplo. Quem nunca precisou de um modelo inicial, uma explicação através de exemplo para realizar determinada tarefa? Pois é, Jesus veio ao mundo para deixar-nos o melhor exemplo de como vivermos uma vida ilibada, mesmo vivendo em um mundo que corrompe e corrompido.

O Perdão Divino

Texto: Romanos 5.6-8: De fato, no devido tempo, quando ainda éramos fracos, Cristo morreu pelos ímpios. Dificilmente haverá alguém que morra por um justo; pelo homem bom talvez alguém tenha coragem de morrer. Mas Deus demonstra seu amor por nós: Cristo morreu em nosso favor quando ainda éramos pecadores.
Cristo não pensou duas vezes em se entregar pelos nossos pecados. O amor de Jesus é soberano. Ah se pudéssemos entender o tamanho e a profundidade deste amor, que O fez se entregar por nós...

sexta-feira, 22 de março de 2013

Predestinação ou Eleição? Salvação!

Texto: Ezequiel 18.21-24: Vocês pensam que eu gosto de ver um homem mau morrer? — pergunta o SENHOR Deus. — Não! Eu gostaria mais de vê-lo arrepender-se e viver.

Deus tem entre os seus atributos a Onisciência, algo que é somente Dele e lhe permite saber de tudo antes que tenham acontecido. Sendo assim Ele poderia nos predestinar à perdição por nossos pecados por vir. Mas não é isto que acontece. Na verdade nosso Deus pensa em todos nós com muito amor, e seu desejo é que nos convertamos de nossos maus caminhos e vivamos, para sempre e ao Seu lado.

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