segunda-feira, 23 de março de 2015

Honestidade

Em tempos difíceis, em termos de padrões morais e éticos, vale relembrar o sábio Salomão:
A honestidade torna mais fácil a vida dos bons, porém os maus causarão a sua própria desgraça.
A honestidade livra o homem correto, mas o desonesto é apanhado na armadilha da sua própria ganância. Provérbios 11.5-6

 

quinta-feira, 12 de março de 2015

O Pai Perdoa

Comumente os pais se vêm tentados a criticar seus filhos. Talvez o leitor espere que eu diga: "não o façam". Mas direi simplesmente: “Antes de criticá-los, leiam um dos clássicos do jornalismo norte-americano, “Father Forgets” (“O pai perdoa”)”.
O texto apareceu a primeira vez como editorial no People's Home Journal. Vamos reproduzi-lo aqui, tal como foi condensado pelo Reader's Digest.
"O pai perdoa" é um daqueles escritos que - criados num momento de autêntico sentimento -- toca a sensibilidade de alguns leitores e continua a repercutir dentro deles, a ponto de se tornar uma leitura favorita. Desde sua aparição, segundo o autor, W. Livingston Larned foi reproduzido em centenas de revistas, publicações empresariais e jornais de todo o país. Foi publicado em vários idiomas quase que na mesma proporção.
Autorizei sua divulgação a milhares de pessoas que desejavam lê-lo em escolas, igrejas e conferências. Esteve “no ar” em incontáveis oportunidades e programas. Curiosamente, também foi utilizado por periódicos universitários além de revistas colegiais. Por vezes, um pequeno artigo, misteriosamente, parece “ligar” as pessoas. E este, sem dúvida, o conseguiu.

O PAI PERDOA
W. Livingston, Larned
Escute filha: enquanto falo isso, você está deitada, dormindo, uma mãozinha enfiada debaixo do seu rosto, os longos cabelos castanhos molhados de suor grudados na fronte. Entrei sozinho e sorrateiramente no seu quarto. Há poucos minutos atrás, enquanto eu estava sentado lendo meu jornal na sala, fui assaltado por uma onda sufocante de remorso. E, sentindo-me culpado, vim para ficar ao lado de sua cama.
Andei pensando em algumas coisas, filha: tenho sido intransigente com você. Na hora em que se trocava para ir à escola, ralhei com você por não enxugar direito o rosto com a toalha. Chamei-lhe a atenção por não ter limpado os sapatos.
Gritei furioso com você por ter atirado alguns de seus pertences no chão. Durante o café da manhã, também impliquei com algumas coisas. Você derramou o café fora da xícara. Não mastigou a comida. Pôs o cotovelo sobre a mesa. Passou manteiga demais no pão. E quando começou a brincar e eu estava saindo para trabalhar, você se virou, abanou a mão e disse: "Tchau, papai!" e, franzindo o cenho, em resposta lhe disse: "Endireite esses ombros!”.
De tardezinha, tudo recomeçou. Voltei e quando cheguei perto de casa vi-a ajoelhada, brincando. Suas meias estavam rasgadas. Humilhei-a diante de seus amiguinhos fazendo-a entrar na minha frente. As meias são caras – se você as comprasse tomaria mais cuidado com elas! Imagine isso, filha, dito por um pai!
Mais tarde, quando eu lia na sala, lembra-se de como me procurou, timidamente, uma espécie de mágoa impressa nos seus olhos? Quando afastei meu olhar do jornal, irritado com a interrupção, você parou à porta: "O que é que você quer?", perguntei implacável.
Você não disse nada, mas saiu correndo num ímpeto na minha direção, passou seus braços em torno do meu pescoço e me beijou; seus braços foram se apertando com uma afeição pura que Deus fazia crescer em seu coração e que nenhuma indiferença conseguiria extirpar.
A seguir retirou-se correndo.
Bom, minha filha, não passou muito tempo e meus dedos se afrouxaram, o jornal escorregou por entre eles, e um medo terrível e nauseante tomou conta de mim. Que estava o hábito fazendo de mim? O hábito de ficar achando erros, de fazer reprimendas - era dessa maneira que eu a vinha recompensando por ser uma criança. Não que não a amasse; o fato é que eu esperava demais da juventude. Eu a avaliava pelos padrões da minha própria vida.
E havia tanto de bom, de belo e de verdadeiro no seu caráter. Seu coraçãozinho era tão grande quanto o sol que subia por detrás das colinas. E isto eu percebi pelo seu gesto espontâneo de correr e de dar-me um beijo de boa noite. Nada mais me importa nesta noite, filha. Entrei na penumbra do seu quarto e ajoelhei-me ao lado de sua cama, envergonhado!
É uma expiação inútil; sei que, se você estivesse acordada, não compreenderia essas coisas. Mas amanhã eu serei um papai de verdade! Serei seu amigo, sofrerei quando você sofrer, rirei quando você rir. Morderei minha língua quando palavras impacientes quiserem sair pela minha boca. Eu irei dizer e repetir, como se fosse um ritual: "Ela é apenas uma menininha – uma menininha!".
Receio que o tenha visto até aqui como uma mulher feita. Mas, olhando-a agora, filha, encolhida e amedrontada no seu ninho, certifico-me de que é um bebê. Ainda ontem esteve nos braços de sua mãe, a cabeça deitada no ombro dela. Exigi muito de você, exigi muito.
Em lugar de condenar os outros, procuremos compreendê-los. Procuremos descobrir por que fazem o que fazem. Essa atitude é muito mais benéfica e intrigante do que criticar; e gera simpatia, tolerância e bondade. "Conhecer tudo é perdoar tudo".
Como disse o Dr. Johnson: "O próprio Deus, Senhor, não se propõe julgar o homem até o final de seus dias".
Por que o faríamos, você e eu?

Retirado do livro, "Como Fazer Amigos e Influenciar Pessoas" de Dale Carnegie
e adaptado por Mateus Emilio Mazzochi, 12/03/2015.

quarta-feira, 4 de março de 2015

Há Saída?

Fico cá pensando: se não soubéssemos, se não nos chegassem notícias sobre a situação atual do Brasil, sobre o (des)governo, política e economia, viveríamos melhor? Trabalharíamos com mais afinco e dedicação? Pararíamos de reclamar tanto?
A situação não está nada fácil, politica e economicamente.
A tendência é piorar, com toda a certeza, ao menos num futuro próximo.
O governo aperta e sufoca a população e a indústria, mas como ficaremos?
Há saída?

Sim, existe saída. A única que eu conheço é a formada pela junção de fé e trabalho.
Independentemente das (péssimas) atitudes do (des)governo, temos de ter fé em Deus pedindo por dias melhores e trabalhar duro fazendo cada um a sua parte.
Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós. 1 Pedro 5.7.
Deus nos abençoe.


terça-feira, 3 de março de 2015

Esperança do Brasil?

janot
Esperança do Brasil? Será mesmo?
Não consigo acreditar que a esperança do Brasil está nas mãos do Janot, ou de qualquer outro figurão. Quando muito, ele, o Janot, vai fazer o possível para aliviar a barra do próprio governo.
Enquanto isso, vamos vivendo em meio ao caos...
Ó minha alma, espera somente em Deus, porque dele vem a minha esperança.
Só ele é a minha rocha e a minha salvação; é a minha defesa; não serei abalado.
Em Deus está a minha salvação e a minha glória; a rocha da minha fortaleza, e o meu refúgio estão em Deus.
Confiai nele, ó povo, em todos os tempos; derramai perante ele o vosso coração. Deus é o nosso refúgio. (Selá.) Salmo 62. 1-5.
Deus abençoe.

P.S.: Está aí a "esperança do Brasil": "Se o procurador-geral, em vez de ofertar a peça primeira da ação penal, que é a denúncia, busca a instauração de inquérito, é porque ele entende que não há indícios suficientes para propor a ação penal", disse o ministro do Supremo Marco Aurélio Mello. fonte: http://veja.abril.com.br/noticia/brasil/stf-recebe-28-pedidos-de-investigacao-contra-politicos acessado em 04/03/2015 as 09:10. 
Resumindo vai ficar tudo por isso mesmo.... Grande "esperança" essa hein?

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

Dominar

O que é dominar?
Quando falamos “Fulano domina o assunto” estamos afirmando que a pessoa sabe o suficiente para poder ensinar a respeito do tema e também responder as mais variadas dúvidas que sejam pertinentes ao contexto.
Mas muitas vezes pensamos dominar como ato de subjugar, impor pela força física, ou não, controle absoluto sobre algo ou alguém.

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