quarta-feira, 23 de julho de 2014

Projeto Rondon

Vou participar do projeto Rondon estadual e depois de meu retorno, vou procurar escrever sobre o que vivenciei por lá, e trago maiores detalhes.

terça-feira, 22 de julho de 2014

É o Dunga Mesmo. Meus Pitacos.

É o Dunga mesmo.
Quero falar um pouco sobre a escolha do Dunga, como novo técnico da seleção brasileira de futebol.
Não sou especialista no assunto, e também não acho que o futebol deva ter um espaço tão grande em nossas vidas. Não deveria, ao menos, ser tratado com tanta paixão. Mas...
Li algumas coisas a respeito, e na maioria delas se fala que a escolha do Dunga é um retrocesso, que o futebol brasileiro precisa de renovação, que existe lá fora uma revolução acontecendo e que o Dunga é uma volta ao passado, retrógrado, militar, linha dura, grosso...
O que eu vejo em tudo isso é o seguinte: no futebol não aconteceu nada novo, desde a laranja mecânica, ou carrossel holandês de 1974. Apareceu agora o chato e insípido “tiqui-taca” espanhol, em que ninguém joga, e então, o time que toca a bola e mantém sua posse por 99% do tempo de jogo, faz um gol e fica ali tocando pra lá e pra cá.
Bom, ai vem a Alemanha e tasca 7 x 1 nos donos da casa, da Copa e do futebol. Chegou enfim a nova era do futebol, o futebol alemão. Nada disso. O que eles, os alemães fizeram, foi elevar ao cubo, ou à décima potência o chatíssimo “tiqui-taca” (que agora seria “tiken-taken”?) incluindo só algo muito familiar ao alemão: objetividade, precisão, foco total e sobretudo, treinamento.
E nisto Dunga foi muito preciso. Já morou na Alemanha e sabe que por lá, o foco é preparação, desde as categorias de base, sempre. Não começou agora. Tanto é verdade que em 18 participações em Copas, a Alemanha chegou a 13 (TREZE!) semifinais, e isso não começou com o Joachim Low.
A partir disto, o que o Dunga vai trazer de novo, para o futebol brasileiro? Trabalho. Pelo menos é o que eu espero.
Na leitura da Copa, Dunga acertou novamente quando viu (o que eu também vi) que o Chile sim, tinha time e esquema tático diferente, superior, ao demais: extremamente ofensivo e com grande entrega coletiva em marcação. E aqui esta a chave. Marcação.
O futebol é tão popular, atrativo e apaixonante por ser, em suma, simples, tem regras simples, de fácil entendimento (menos a do impedimento) e pode ser praticado em qualquer lugar, por qualquer pessoa.
É tão simples que para ganhar da Alemanha atual, é só ser mais efetivo em disciplinas táticas de marcação e ataque, onde o coletivo seja superior ao individual.
Mais um ponto para o Dunga. Não esqueço duas entrevistas, durante a Copa de 1998 onde primeiro consegue se ouvir a preleção do Dunga no túnel que leva ao gramado e que se escuta ele dizendo algo mais ou menos assim: “pra ganhar isso aqui, todos tem que dar o máximo, mesmo que tenha que ralar no chão”. Em seguida aparece o Leonardo, falando que “o bom é ver o nome brilhando, nas estrelas”.
Dois líderes, com visões antagônicas, na mesma equipe.
Dunga sempre foi adepto ao trabalho árduo, sem tréguas e capaz de uma entrega total.
Eu estou dentre os 28% que acharam a escolha dele boa para comandar a seleção.
Não estou dizendo que concordo com o que ele fala, é, pensa ou isso ou aquilo.
Concordo que ele é um bom nome para dirigir uma seleção de futebol do Brasil. E acho que vai dar resultado. Só.
O Reinaldo Azevedo que me desculpe, mas a Alemanha mudou a visibilidade de sua seleção, de broncos para queridinhos, mas dentro de campo, eles continuam praticando o mesmo jogo duro de sempre, a entrada (maldosa por sinal) do Neuer pra cima do Higuain, mostra bem o que eu estou comentando. Joelho alto bem à frente, enquanto já estava com a bola praticamente dominada, não é tão feminis assim, como fala a revista “Der Spiegel”.
Além de que tive a oportunidade de assistir a jogos da época do trabalho do Dunga na seleção como técnico, e quem quiser pode acha-los na internet também, e em nenhum momento aqueles times que ele montava, jogaram pior que a Alemanha de hoje.
O Reinaldo Azevedo, ele novamente, falou ainda, dias atrás, que o papel de um técnico é fazer com que cada um de uma equipe jogue mais no coletivo do que individualmente, ou seja, que a soma das partes seja maior do que o todo.
Resumindo, o papel do técnico é fazer com que a equipe jogue acima de suas possibilidades. E isso o Dunga fez com maestria. Dúvida? Assista ao jogo do Brasil x Holanda na Copa de 2010. Um time com Luiz Fabiano, Felipe Melo, Maicon, Michel Bastos, Gilberto, Nilmar, estava muito acima de sua capacidade, tanto tática quanto tecnicamente. E o jogo estava todo favorável ao Brasil. O que aconteceu no intervalo é a sombra. Ai está o nó que fez aquele time ficar desorientado no segundo tempo.
Para finalizar, digo que como um esporte, onde lados opostos duelam e um só sai vitorioso, em minha opinião, o fator extracampo é que faz a diferença.
O Tratamento emocional, o treinamento físico e psicológico e óbvio os engodos. A Alemanha chegou por aqui como os turistas bem intencionados politicamente corretos e ganharam a aceitação do público, se ambientaram e o que deu, nem conseguimos torcer contra eles. Nem mesmo quando jogaram contra nós. Ficamos ali embasbacados assistindo o massacre, isso é a aplicação de dois dos conceitos da “Arte da Guerra”: - É mais importante ser mais inteligente que o inimigo, e não mais poderoso e - Conheça ao seu inimigo e conheça a si mesmo, e em 100 batalhas, você nunca correrá perigo.
Os alemães se prepararam como nunca para esta Copa. E não deixaram que o Brasil sequer jogasse nos subjugaram. Usaram de artimanhas, cativaram-nos com seu jeito “muleke” de ser.
Desejo que o Dunga faça um ótimo trabalho.
Desejo mais ainda, buscar servir ao Senhor, com a mesma dedicação que os alemães apresentaram aqui no Brasil.
Desejo ainda mais ardentemente, que nós brasileiros, não dependamos somente do futebol para sermos completamente felizes.
Desejo mais impetuosamente ainda, que muitos mais venham a ter conhecimento de Jesus e experimentem a alegria que é ser dependente de Deus.
Deus abençoe.

A Autoridade do Líder

A autoridade do líder


a-autoridade-do-liderQual será a verdadeira autoridade de um líder? De onde deve vir o seu poder? O que deve fazer um verdadeiro líder? Para bem responder a essas perguntas, basta vermos a etimologia (origem da palavra) “autoridade”.

A palavra “autoridade” deriva do latim auctoritas, que vem por sua vez de auctor, derivado de augere, que significa “fazer crescer”.

Assim, o líder, e quem deseja ser líder, deve se lembrar que seu principal papel é fazer seus liderados crescerem, se desenvolverem, descobrirem sua total potencialidade. Daí vem sua autoridade.

É por isso que a imagem de líder é sempre comparada a de um maestro de uma orquestra. Lembre-se que ele, na orquestra, não toca instrumento algum. A sua autoridade  está em conseguir com que cada músico dê o máximo de si para que o concerto seja espetacular, ou seja, um espetáculo completo. Para isso ele ensina antes, ensaia muito, treina incessante e individualmente cada músico (e ainda mais o conjunto de sua orquestra). Ninguém pode falhar. Ninguém pode atravessar. Ninguém pode dar menos do que pode dar. É por isso que o maestro mais famoso é aquele que consegue tirar da sua orquestra sons inusitados e perfeitos. Dizemos mesmo que aquela orquestra “cresce” nas mãos daquele maestro. 

O interessante desta comparação é lembrar que um maestro não pode ir até o palco, tirar o instrumento de um músico e tocar por ele durante um concerto. Ele tem que “se desafiar” para fazer com que aquele músico toque bem. Ou consegue isso ou substitui o músico, mas ele, maestro, não pode fazer o papel do músico. E não há como tirar um músico durante o concerto. Ele pode fazer isso antes, mas não durante. Sem aquele músico, aquela partitura não poderá ser executada — e o maestro e o músico sabem disso. A autoridade do maestro é, portanto, limitada. Ele tem que fazer aquele músico “crescer”. Assim tem que haver uma cumplicidade e uma parceria de lealdade entre o líder e o liderado.  Veja que o mesmo ocorre (ou deveria ocorrer) na vida e na empresa. A autoridade de um pai está em fazer seu filho “crescer” e se desenvolver com valores e princípios elevados, assim como um chefe, diretor, gerente, supervisor, encarregado tem sua autoridade em fazer seus liderados e subordinados “crescerem” em suas atividades e profissões em benefício dos clientes. Essa é a autoridade: fazer crescer!
 http://www.anthropos.com.br/280-textos-de-motivacao-e-sucesso/1099-a-autoridade-do-lider.html
Pense nisso. Sucesso! 

Três anos!!!

Feliz por estar hoje, 22/07/2014 oficialmente com 03 anos e dois dias em efetivo exercício de um cargo público.
Muito já ouvi falar sobre empregos públicos, sempre de forma pejorativa, mas para mim é um presente de Deus.
Ralei muito em empresas privadas, trabalhando sem saber exatamente o meu horário, ou se teria meu emprego no dia seguinte, e isso não me era agradável.
Quem pensa que servidor público não trabalha, convido para vir aqui me ajudar.
A grande diferença não é o salário, não é o horário e nem a estabilidade, o que me faz feliz em estar aqui, é que tudo foi prometido e preparado por Deus para mim, e isto fez toda a diferença.
Deus te agradeço por esta e por todas as bênçãos que nos deste e ainda dará para mim e minha família.
Deus abençoe.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

A Caçada do EMU

Leia o texto abaixo, ao final está a referência.
A caçada do Emu
Escrito por Luiz Marins
Muitas pessoas têm curiosidade de saber o episódio da caçada do EMU que fiz com os aborígenes australianos da ilha de Bathurst em 1972, quando estudava antropologia na Austrália.
Este episódio, como sempre disse, ensinou-me o valor do foco. Desde então tenho visto que pessoas e empresas que têm foco, têm sucesso. Aqui vai a narração do episódio:
"Na noite anterior à caçada, os aborígines australianos, com quem vivi e estudei, fazem a dança da caça onde uma parte do grupo faz o papel da caça e outra parte o dos caçadores. Nessa dança eles acreditam "caçar de fato" o animal. Após a "caçada" (na dança) eles comemoram, fazem as chamadas pinturas rupestres (desenham o animal caçado nas paredes das cavernas ou nas árvores) e vão dormir. No dia seguinte, se levantam e vão "apanhar o animal", com os bumerangues e lanças próprios para (agora sim) caçar o animal que acreditam já ter sido devidamente "caçado" durante a dança na noite anterior.
Um certo dia os aborígines me convidaram para a dança do Emu (Emu é uma avestruz, uma ema que existe naquela parte do mundo) pois iríamos caçar no dia seguinte. Fizemos a dança como descrevi acima.
No dia seguinte deram-me a incumbência de achar as pegadas de emu. Ensinaram-me como eram as pegadas. Ao achar alguma pegada de emu, eu deveria chamar os caçadores. Os aborígines são exímios examinadores de pegadas. Pela análise eles sabem exatamente onde está o animal para apanhá-lo.
Eu ia à frente do grupo. De repente encontrei umas pegadas. Eram na verdade de canguru. Chamei a todos. Eles vieram, viram que as pegadas não eram de emu e sim de canguru e disseram: Essas pegadas são de canguru. Eu disse: mas canguru não é mais gostoso que emu? Eles responderam: Sim, é. Mas nós hoje estamos caçando EMU e não canguru. E se espalhavam novamente.
Mais um pouco e encontrava outras pegadas. Sabia que não eram de emu, mas mesmo assim chamei os caçadores. Eles disseram: Essas pegadas são de wallabies (um pequeno canguru). Eu disse: mas wallabies não são mais gostosos que emu e até mais gostosos que canguru? Sim, responderam eles, mas hoje estamos caçando emu e não wallabies ou cangurus. Outro dia voltaremos para caçar outro animal. Hoje estamos caçando emu!
Na quarta vez que parei a caçada e as pegadas não eram de emu, eles me disseram:
- Nós estamos caçando EMU. Fizemos a dança do EMU, trouxemos os bumerangues de EMU, as lanças de EMU. Se você parar a caçada cada vez que encontrar qualquer pegada, nós não vamos caçar nem emu, nem canguru, nem wallabies. Outro dia nós voltaremos para caçar cangurus ou wallabies. Hoje estamos caçando EMU.
Foi então que eu aprendi a razão de todo primitivo ir caçar e voltar com a caça rapidamente. Eles sabem exatamente o que estão caçando e não se desviam do foco".
Conclusão: na empresa e no nosso dia a dia é a mesma coisa: um objetivo e metas claros e definidos, e muito foco nesses objetivos e metas; se tivermos os instrumentos certos para atingí-los (ou armas adequadas); pessoas certas com as habilidades necessárias, treinadas; dedicação e entusiasmo; com certeza, atingiremos nossos objetivos, por mais audaciosos que pareçam ser.
Assim, o foco, é, sem dúvida, um dos principais fatores de sucesso de pessoas e empresas.
TENHA FOCO!
Pense. Sucesso!
Lendo isto, percebo o quanto perdemos tempo.
Muitas vezes discutimos assuntos nada relevantes, e perdemos o nosso foco que é ir morar no céu.
Nossa caminhada deve terminar na Glória, para ser completa, mas insistimos em nos apegar com tudo que nos afasta do foco.
Deus nos abençoe que possamos seguir O Caminho até o fim esperado.

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